segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Rio Sena na França

Imagem do Rio Sena a noite

O rio Sena (em francês: la Seine) é um rio do norte de França que banha a capital, Paris e que desagua no Oceano Atlântico. Tem uma extensão de 776 km.
Nasce a 470 metros de altitude, na Meseta de Langres, em Côte-d'Or. O seu curso tem uma orientação geral de sudeste a noroeste. Desagua no canal da Mancha, perto de Le Havre. A área da sua bacia hidrográfica é aproximadamente de 75 000 km².
A fonte do Sena é propriedade da cidade de Paris desde 1864. Uma cova artificial foi construída um ano depois, para controlar a fonte principal.
O entulho proveniente das demolições, assim como o transporte de materiais para construção, areia, pedra, cimento e concreto, além de terra de escavação, são produtos que navegam pelas águas do Sena. O carvão que abastece as usinas termoelétricas também é transportado por esse meio, para evitar congestionamento e poluição ambiental e sonora causada pelos caminhões, assim como o transporte de peças volumosas. O trigo, da famosa baguette francesa, também utiliza a hidrovia, pois os importantes moinhos estão localizados nas margens do Sena.

O transporte turístico de passageiros pelo Sena é uma atividade tradicional em Paris, com seus famosos bateaux mouches, barcos moscas. O número de turistas na França supera os 80 milhões, e a grande maioria visita Paris. Como as principais atrações turísticas de Paris estão localizadas junto as margens do Rio Sena ou nas suas proximidades, de 200 a 500 metros, a Prefeitura de Paris está elaborando um projeto de interligação dos diversos trechos das margens do rio.
Os principais afluentes do Sena são, desde a sua nascente:
Pela margem direita: Aube, Marne, Oise, Epte, Andelle
Pela margem esquerda: Yonne, Eure, Risle

Fonte: http://pt.wikipedia.org/

sábado, 28 de dezembro de 2013

Avenida Des Champs Élysées em Paris


A Avenue des Champs-Élysées é uma prestigiada avenida de Paris, na França. Com os seus cinemas, cafés, lojas de especialidades luxuosas e árvores de castanheiros-da-índia, a Avenue des Champs-Élysées é uma das mais famosas ruas do mundo e com aluguéis que chegam a € 1,1 milhão (USD 1,5 milhão) por ano, por 92,9 metros quadrados de espaço, ela continua a ser a segunda avenida mais cara em imóveis em toda a Europa, tendo sido recentemente (em 2010) ultrapassada pela Bond Street, em Londres. O nome em francês Campos Elísios, faz referência ao paraíso dos mortos na mitologia grega, ao contrário do Tártaro.
A Avenue des Champs-Élysées é conhecida na França como La plus belle avenue du monde ("A avenida mais bela do mundo "). A chegada de lojas de redes globais nos últimos anos tem mudado notavelmente o seu caráter e, em um primeiro esforço para conter essas mudanças, a cidade de Paris (que tem chamado esta tendência de "banalização") decidiu, em 2007, proibir a multinacional sueca H&M de abrir uma loja na avenida. Em 2008, porém, a cadeia de vestuário estadunidense Abercrombie & Fitch conseguiu abrir uma loja.

A avenida tem 71 metros de largura por 1,9 km de comprimento, iniciando-se na Place de la Concorde, junto ao Obelisco de Luxor, Museu do Louvre e Jardins das Tulherias, e segue a orientação sudeste-noroeste e termina na praça Charles de Gaulle, onde está o Arco do Triunfo. O prolongamento para noroeste na direcção do Grande Arco de la Défense é efetuado pela Avenida de la Grande Armée. Situa-se no 8º arrondissement de Paris, a noroeste da cidade.
A avenue des Champs-Élysées forma o Eixo histórico de Paris.
Um dos principais destinos turísticos em Paris, a parte inferior da Champs-Élysées é delimitada por edifícios como o Théâtre Marigny e o Grand Palais (que contém o Palais de la Découverte). O Palácio do Eliseu é um pouco ao norte, mas não na própria avenida. Mais a oeste, a avenida está alinhada com cinemas, cafés e restaurantes, e lojas especializadas de luxo. A Champs-Élysées termina no Arco do Triunfo, construído por Napoleão Bonaparte para homenagear suas conquistas.
Esta avenida é servida pelos metrôs: Concorde, Charles de Gaulle - Étoile, Champs-Élysées - Clemenceau, Franklin D. Roosevelt et George V.

Os primeiros projetos de construção de uma grande avenida em linha recta no que é hoje o Champs-Élysées datam de 1667, pelo arquitecto Le Nôtre. A avenida foi sendo prolongada ao longo do século XVIII. É atualmente o local dos grandes desfiles patrióticos franceses, como o de comemoração do armistício da Primeira Guerra Mundial.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Toledo - Espanha


Toledo (em latim Toletum; em árabe, طليطلة, Tulaytulah; em judeu-espanhol: טולדו, Toldoth; em moçárabe: Tolétho) é um município da Espanha na província de Toledo, comunidade autónoma de Castilla-La Mancha, de área 232,1 km² com população de 78.618 habitantes (2007) e densidade populacional de 338,72 hab/km².

Toledo foi a capital da Hispânia visigótica, desde o reinado de Leovigildo, até a conquista moura da península Ibérica no século VIII. Sob o Califado de Córdoba, Toledo conheceu uma era de prosperidade.
Após a decomposição do Califado de Córdoba em 1035, tornou-se capital do Taifa de Toledo.
A 25 de maio de 1085, Afonso VI de Castela reocupou Toledo e estabeleceu controle direto sobre a cidade moura. Este foi o primeiro passo concreto do reino de Leão e Castela na chamada Reconquista.
Toledo era famosa por sua produção de aço, especialmente espadas, e a cidade ainda é um centro de manufatura de facas e pequenas ferramentas de aço. Após Filipe II de Espanha mudar a corte de Toledo para Madrid em 1561, a cidade entrou em lento declínio, do qual nunca se recuperou.

Cervantes descreveu Toledo como a "glória da Espanha". A parte antiga da cidade está situada no topo de uma montanha, cercada em três lados por uma curva no rio Tejo, e tem muitos sítios históricos, incluindo o Alcázar, a catedral (a igreja primaz da Espanha), e o Zocodover, seu mercado central. Do século V ao XVI cerca de trinta sínodos aconteceram em Toledo. O primeiro foi no ano 400. No sínodo de 589 o rei visigótico Recaredo declarou sua conversão; no sínodo de 633, conduzido pelo enciclopedista Isidoro de Sevilha, decretou a uniformidade da liturgia em todo o reino visigótico e tomou medidas restritivas contra judeus batizados que recaíssem em sua antiga fé. O concílio de 681 assegurou ao arcebispo de Toledo a primazia no reino da Espanha. O último concílio que ocorreu em Toledo, entre 1582 e 1583, foi conduzido em detalhes por Filipe II de Espanha.
Toledo era famosa por sua tolerância religiosa e possuía grandes comunidades de judeus e muçulmanos, até que eles foram expulsos da Espanha em 1492; por isto a cidade tem importantes monumentos religiosos, como a sinagoga de Santa Maria la Blanca, a sinagoga de El Tránsito, e a mesquita de Cristo de la Luz.
No século XIII Toledo era um importante centro cultural sob o domínio de Afonso X, cuja alcunha era "El Sabio" ("O Sábio") por seu amor ao conhecimento. A escola de tradutores de Toledo tornou disponíveis grandes trabalhos acadêmicos e filosóficos originalmente produzidos em árabe e hebraico ao traduzi-los para o latim, disponibilizando pela primeira vez uma grande quantidade de conhecimentos para a Europa.
A catedral é notável por sua incorporação de luz, e nada é mais notável que as imagens por trás do altar, bastante altas, com figuras fantásticas em estuque, pinturas, peças em bronze, e múltiplas tonalidades de mármore, uma obra-prima medieval. A cidade foi local de residência de El Greco no final de sua vida, e é tema de muitas de suas pinturas, incluindo O Enterro do Conde de Orgaz, exibido na Igreja de Santo Tomé.
Nas artes culinárias, destacam-se as chamadas carcamusas, que consistem em carne de porco estufada com tomate.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Nas férias de inverno em 2014: Roteiro para Cancún

Cancun ou Cancún é uma cidade que fica na costa do estado de Quintana Roo, no México, em uma península que se tornou um dos centros turísticos mais importantes do mundo, tendo conseguido preservar suas belezas naturais e sua cultura ancestral, representada principalmente em cidades maias, como Tulum, Uxmal ou Chichén Itzá, fundadas no período pré-colombiano.
Em Cancun existem cerca de 22 quilômetros de praias de areia fina, divididos entre a lagoa e o mar. As ruínas, as praias, a vegetação, os parques cheios de espetáculos de entretenimento, o clima, a fauna marinha e a estrutura hoteleira fazem de Cancun um dos destinos turísticos mais visitados do mundo.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/

Não fique fora dessa. Em breve, informações aqui.

Fale com Ana Beatriz Neves
Fones: (53) 3261-2804 e (53) 8447-3296
E-mail: beatriznews@hotmail.com


sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Conhecendo a capital uruguaia


Montevidéu nasceu de um pequeno povoado de índios tapes e imigrantes das Canárias, radicados em torno de um forte construído, em 1724, por ordem de Bruno Mauricio de Zabala, governador espanhol de Buenos Aires, para manter as tropas portuguesas de Manuel de Freitas da Fonseca fora do Rio da Prata 2 . Em 1726, adquire estatuto de cidade.
No século XVIII, o crescimento de Montevidéu foi estimulado pela liberdade de comércio direto com as cidades espanholas, declarada por Carlos III em 1778. Além disso ela era o centro de exportação dos produtos da pecuária do interior da província e realizava trocas comerciais com Buenos Aires. Foi a partir dela, inclusive que partiram os navios espanhóis para libertar Buenos Aires, tomada pelos britânicos em 1806 e graças a isso foi também ocupada durante sete meses.

Após a conquista da Espanha por Napoleão Bonaparte e a prisão do rei espanhol, a junta de governo de Buenos Aires declara a independência do Vice-reinado do rio da Prata, mas em Montevidéu forma-se uma outra junta favorável à cisão. A disputa entre as duas cidades levou Montevidéu a enviar tropas da Espanha posteriormente e a ser retomada em 23 de Junho de 1814.
Conquistada por Portugal em 1817, tornou-se capital da Província Cisplatina do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarve em 1821. Pertenceu ao Brasil durante o reinado de D. Pedro I, chegando a receber o título de Imperial Cidade através do alvará de 15 de abril de 1825,3 mas logo conquistou a sua independência na chamada Guerra da Cisplatina, em que recebeu o apoio da Argentina. Com a independência (1828) passou a ser capital do Uruguai.
Após a independência, a cidade foi palco de disputas políticas internas entre 1843 e 1851 na chamada Guerra Grande, contudo a partir da metade do século XIX, vê grande urbanização, crescimento populacional e industrial.2 Montevidéu recebeu no início do século XX um contingente de imigrantes italianos e espanhóis e logo em seguida, a partir da década de 30 de pessoas vindas do interior do país atraídas pelo crescimento da economia.

Localiza-se na margem oriental (leste) do Rio da Prata (Río de la Plata) com 67 quilômetros de costa.4 As altitudes são, em geral, baixas, cerca de 22 metros.

O turismo é uma das atividades econômicas mais importantes de Montevidéu.
Os vestígios do passado histórico da capital são alguns dos maiores atrativos turísticos. A Praça da Independência, a mais importante do país, possui ainda um dos portões da antiga muralha que cercava a cidade no período colonial.
A cidade tem ainda atrações como teatros, muitas lojas, centro comercial e edifícios históricos, como a sede do Congresso (Palácio Legislativo) e a Catedral (Igreja Matriz) e o Teatro Municipal (Teatro Solís). O pôr-do-sol é desfrutado no alto do Cerro onde há um antigo forte espanhol. Suas casas de jogos e praias atraem quinhentos mil turistas por ano,22 em sua maioria argentinos, brasileiros, paraguaios e chilenos.

Montevidéu faz parte do nosso roteiro no mês de abril.
Maiores informações em breve.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Piriápolis - Uruguai

Conheça Piriápolis. Ela faz parte do Roteiro na Páscoa para Montevidéu, Piriápolis e Punta del Este.


Piriápolis é uma cidade-balneário uruguaia localizada ao sul de Punta del Este e a 97 km da capital Montevidéu. Tem seu nome derivado de seu fundador, Dr. Francisco Piria, e tem uma população fixa de cerca de oito mil habitantes, mas a população flutuante é muito maior, principalmente nos meses quentes de verão (dezembro a março), quando recebe muitos visitantes argentinos e uma quantidade crescente de europeus, ainda que o turismo interno seja muito importante, em seus hotéis e cassinos. A vida noturna também é muito ativa nesses meses.
A capela de Santo Antônio, no cerro homônimo, um dos tantos que rodeiam a cidade junto ao Cerro del Toro, oferece uma vista panorâmica. Para viajantes mais intrépidos, existe a possibilidade de escalar o terceiro cerro mais alto do Uruguai, o Pan de Azúcar, nas cercanías da cidade homônima, cerca de 10 km fora do balneário.
Outra atração turísticas de Piriápolis são duas formações rochosas ótimas para pesca no ano todo, assim como a avenida Praia de los Argentinos e as praias de areias brancas, como São Francisco e Praia Formosa.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Punta del Este

Conheça um pouco de Punta del Este, ela faz parte do roteiro em abril: Montevidéu, Piriápolis e Punta.

Punta del Este é uma cidade do Uruguai, localizada no departamento de Maldonado. Está entre os dez balneários de luxo mais famosos do mundo e é um dos mais charmosos da América Latina, oferecendo tanto praias oceânicas (oceano Atlântico) quanto de rio (Rio da Prata).
A cidade foi fundada em 1829 por Don Francisco Aguilar, e seu primeiro nome foi Villa Ituzaingó. Em 1907, passou a se chamar Punta del Este.
Nas temporadas de verão o balneário ultrapassa os 200 mil habitantes.

Pode-se acessar a Punta del Este por diferentes meios de transporte, seja terrestre, aéreo ou por via marítima.

Aéreo
Existem vôos desde Buenos Aires, Porto Alegre, São Paulo, Belo Horizonte, Santiago de Chile e Assunção ao Aeroporto Internacional de Laguna del Sauce, situada a 21 km do balneário.
Desde algumas cidades da América do Sul também se pode acessar por via aérea através do Aeroporto Internacional de Carrasco e desde aí por via terrestre dirigir-se a Punta del Este.
Há também o Aeroporto Internacional El Jaguel, que abrange vôos privados internacionais diretamente para Punta e localiza-se em Punta del Este.

Marítimo
Diversas companhias oferecem transporte diariamente entre Buenos Aires e Montevidéu por via marítima. Desses lugares pode-se tomar um ônibus com destino a Punta del Este ou continuar a viagem pela rodovia.

Via terrestre
Os visitantes que desejem acessar por via terrestre poderão fazer-lo tanto em ônibus como em veículo próprio . Desde o Terminal Tres Cruces em Montevidéu, assim como de outras cidades importantes de países limítrofes ou do interior do Uruguai, conta com linhas regulares diretas e indiretas, que acessam a península sobretudo na temporada alta (dezembro à março).

Turismo
A cidade de Punta del Este é reconhecida, entre outras coisas, como um dos mais importantes e exclusivos balneários da América do Sul, assim como o ponto de encontro do jet set Argentino. Balneária por excelência, natural e sofisticada, na atualidade conta com uma Rambla, suntuosas casas típicas de balneários, modernos edifícios de grande altura, um porto com grande infra-estrutura e capacidade de desembarque, locais comerciais de importantes marcas, restaurantes, pubs.
Distante aproximadamente 200 quilômetros da fronteira com o Brasil e 130 quilômetros da capital Montevidéu, o balneário é conhecido por ser freqüentado por artistas, milionários e membros da alta sociedade de vários países, atraindo mais de 400.000 turistas na alta temporada de verão.
Além das praias, os destaques de Punta del Este são: a gastronomia, com grande quantidade e variedade de restaurantes, onde a parrillada (churrasco à moda uruguaia, com carne e vísceras de animais grelhadas de maneira típica) pode ser saboreada, os cassinos (dentre eles, os famosos Cassino Conrad e Cassino Mantra) e as lojas de grifes famosas. Uma marca tradicional de Punta del Este são os adesivos colocados nos carros de vários estabelecimentos, como hotéis, bancos, lojas e supermercados. Possui grande apelo turístico com jovens e pessoal de classe social de média alta à alta alta.
O fator proximidade, aliado às facilidades cambiais e econômicas, faz com que Punta del Este seja um dos paraísos naturais e turísticos mais apreciados pelos brasileiros.

Hotelaria e gastronomia
Punta del Este dispõe de abundante oferta hoteleira. Entre os quais se destaca o Hotel Conrad Resort & Cassino da cadeia internacional Hilton, localizado na praia Mansa. Em quanto a hotéis mais tradicionais sobressai o Hotel L'Auberge, na parada 19 da Brava, onde se servem os famosos wafels ao estilo belga. Há também os hotéis, Hotel Mantra Resort, Spa e Cassino, o Awa Hotel, o Serena Hotel, o Golden Beach Hotel, entre outros cinco estrelas.
Há ainda dois hotéis que instalaram-se recentemente no balneário, mais especificamente na atualmente muito apreciada praia de José Ignacio, e os mesmos já estão sendo bem conceituados.
O hotel The Setai - Resort, Spa e Residências, oriundo dos Estados Unidos, com sede em Miami, instalou-se na badalada praia de José Ignacio, que fica a cinco minutos de Punta del Este. Tem um estilo oriental bem despojado e encontra-se a frente da praia.
O hotel Estância Vik - Hotel Fazenda, fica a oito quilômetros de José Ignacio e foi fundado pelo multimilionário norueguês Alexander Vik. Na parte externa, cavalos e ovelhas estão presentes, juntamente com toda a sofisticação rústica uruguaia. O hotel, recheado de obras de arte e de bom gosto, está em um ponto mais alto da propriedade com vista para uma lagoa e o oceano Atlântico.
Na cidade, há numerosos restaurantes com diversas especialidades, desde a refinada culinária francesa até comidas ao passo, como a típica culinária uruguaia; também estão presentes a culinária japonesa e árabe.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

E o Rio continua lindo!



Três sugestões de viagens para quem ainda não conhece ou quer rever/ curtir a cidade maravilhosa:

Pacote 1: 27/12 a 01/01
Rio de Janeiro / Reveillon
Incluindo:
Voos: POA / Rio / POA
Transfers, 05 noites em hotel
City tour + Pão de Açúcar.
Valor por pessoa, base duplo:
A partir de R$ 10 x 248,00

Pacote 02: 18 a 22/01/2014
Rio Cidade Maravilhosa
Incluindo:
Voos POA / Rio / POA
Transfers, City Tour, P. de Açúcar
04 noites Hotel Copacabana Mar.
Valor por pessoa, base duplo:
A partir de 8 x R$ 162,00

Pacote 03: 16 a 23/02/2014
Rio Total (+ Búzios, Petrópolis, Angra dos Reis e Parati)
Incluindo:
Voos POA / Rio / POA
Transfers, 05 noites no Rio, 02 noites em Parati, city tours, guias locais.
Valor por pessoa, base duplo:
A partir de 10 x R$ 219,00

Obs: Lugares e oferta por tempo limitado. Consulte disponibilidades.

Ana Beatriz Neves

Agente de Viagens e Guia de Turismo/EMBRATUR
Bonzão Turismo - Jaguarão/RS
53 3261 2804
53 84473296

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Museu do Louvre - 3ª e última parte

Arte islâmica
É o departamento mais recente do museu, mas sua coleção de mais de 6 mil itens cobre 13 séculos de história da arte islâmica da Europa, Ásia e África, entre vidros, metais, madeiras, tapetes, cerâmicas e miniaturas. Das suas peças se destacam como principais a Píxide de al-Mughira, uma caixa de marfim da Andaluzia; o Batistério de Saint-Louis, uma bacia de metal do período Mamluk; fragmentos do Shahnameh, um poema épico de Ferdowsi escrito em persa, e o Vaso Barberini, um vaso de metal da Síria.

Artes decorativas
Este departamento cobre desde a Idade Média até meados do século XIX, tendo sido criado como uma subseção do Departamento de Esculturas, e incorporando obras confiscadas na Revolução Francesa e outras oriundas da Basílica de Saint-Denis, o mausoléu da monarquia francesa. O departamento recebeu grandes acréscimos com a aquisição das coleções Durand, Revoil, Sauvageot e Campana.
As peças são exibidas no primeiro pavimento da Ala Richelieu e na Galeria de Apolo. Dentre seus itens mais preciosos estão a coroa de Luís XV, o cetro de Carlos V, o bronze Nesso e Djanira de Giambologna, o Vaso Suger, a tapeçaria A caça de Maximiliano, a coleção de vasos de Sèvres da Madame de Pompadour e a decoração dos apartamentos de Napoleão III.

Pintura
Sua grande coleção de pinturas enfatiza a arte francesa, que compõe cerca de dois terços do total, mas as seções de pintura do norte da Europa e da Itália são extremamente significativas. O conjunto começou a ser reunido por Francisco I, ainda no tempo em que o Louvre era uma fortaleza, com a aquisição de obras-primas de Rafael Sanzio e Michelangelo, além de ter atraído Leonardo da Vinci para sua corte.
A reorganização das coleções do museu na década de 80 dividiu o conjunto de pinturas, e as peças produzidas após 1848 foram transferidas para o Museu d'Orsay. O restante permanece exposto na Ala Richelieu, no Cour Carré e na Ala Denon.

Da seção de pintura francesa são especialmente notáveis a Pietá de Avignon, de Enguerrand Quarton; o Retrato do Rei João, o Bom, de Jean Fouquet; o Retrato de Luís XIV de Hyacinthe Rigaud; a Coroação de Napoleão e O Juramento dos Horácios, de Jacques-Louis David, a Grande banhista de Ingres, e A Liberdade guiando o Povo, de Eugene Delacroix. Outros autores de nomeada presentes nesta seção são Nicolas Poussin, com grande número de peças em cinco salas exclusivas para sua produção, Georges de La Tour, Charles Le Brun, François Boucher, Antoine Watteau, Jean-Honoré Fragonard, Jean-Baptiste Chardin, Jean-Baptiste Greuze, Horace Vernet, Camille Corot, Jean-François Millet e Antoine-Jean Gros.
Do norte da Europa há um grande conjunto, e são célebres O astrônomo e A rendeira, de Vermeer, a Nau dos Insensatos, de Hieronymus Bosch, a Virgem do Chanceler Rolin de Jan van Eyck, A Ceia de Emaús e o Auto-retrato de Rembrandt, o grande ciclo de pinturas sobre Maria de Médici, de Rubens, além de peças de Rogier van der Weyden, Frans Post, Hans Holbein, o Jovem, Albrecht Dürer, Hans Memling, Antoon van Dyck, Quentin Massys, Pieter Brueghel o velho, Gérard David, Petrus Christus, Lucas van Leyden, Frans Hals, Meindert Hobbema e Gerard ter Borch.
Na pintura italiana se destacam o Calvário de Mantegna, As bodas de Caná de Paolo Veronese, a Mona Lisa e a Virgem das Rochas de Da Vinci, e a Morte da Virgem, de Caravaggio, e composições de Sandro Botticelli, Paolo Uccello, Domenico Ghirlandaio, Bernardino Luini, Fra Angelico, Giovanni Bellini, Lorenzo Lotto, Alesso Baldovinetti, Benozzo Gozzoli, Giotto, Cimabue, Pietro Perugino, Vittore Carpaccio, Ticiano, Jacopo Pontormo e Guido Reni. A pequena seção de pintura espanhola, embora menos importante, possui obras expressivas de El Greco, Velásquez, Ribera e Zurbarán.

Gravuras e desenhos
A origem deste grande departamento, com mais de 100 mil peças, está nas coleções reais. Foi sendo aumentado com aquisições e doações, e foi primeiro aberto ao público em 1797. Hoje está organizado nas seguintes seções: o antigo Cabinet du Roi e seus acréscimos posteriores; as gravuras em metal, e a grande doação de Edmond de Rothschild, com mais de 40 mil obras, hoje exibidas no Pavilhão de Flora. Em virtude da sensibilidade do papel à luz, apenas uma pequena parte desta coleção se encontra em exposição, e as peças são constantemente substituídas, mas consultas podem ser efetuadas mediante agendamento. Alguns autores importantes com obras em desenho ou gravura são Antoine Louis Barye, Dürer, Leonardo da Vinci, Rembrandt, Jacques-Louis David, Jean-Baptiste Chardin, Claude Gellée, Fragonard, Ingres, Delacroix e Charles Le Brun.

Esculturas
Concentrado nas peças de escultura criadas antes de 1850 que não se enquadram no departamento de antigüidades etruscas, gregas e romanas. Desde o início o Palácio do Louvre foi um depósito de obras escultóricas, mas a sistematização de suas peças só aconteceu depois de 1824. Seu acervo primitivo era na verdade reduzido a cerca de 100 peças, por causa da mudança da corte para Versalhes, e assim permaneceu até 1847, quando Léon Laborde assumiu o controle do departamento, ampliando a seção de arte medieval, mas nesta época as obras ainda faziam parte do Departamento de Antigüidades. Somente na administração de Louis Courajod, a partir de 1871, a representação de esculturas cresceu, especialmente em peças francesas. Com a criação do Museu d'Orsay parte do acervo recolhido até então foi transferida para lá, permanecendo no Louvre as criadas antes de 1850. Atualmente as peças francesas estão expostas na Ala Richelieu, e as estrageiras na Ala Denon.

O conjunto de escultura da França oferece um painel amplo e farto desta modalidade de arte desde a Idade Média até meados do século XIX, com uma grande seção de retratos e bustos oficiais. A Idade Média é ricamente ilustrada com fragmentos de arquitetura e estatuária sacra, em grande parte anônima, e onde a Tumba de Philippe Pot, o par representando Carlos V e Joana de Bourbon, a Tumba de Philippe de Chabot, a Fonte de Diana, e o magnífico conjunto de Madonnas góticas são pontos altos.
Dos autores mais recentes e ilustres, cujos nomes se conhecem, se contam Jean Goujon, Simon Guillain, Jean-Louis Lemoyne, Germain Pilon, Antoine Coysevox, Guillaume Coustou, Nicolas Coustou, Étienne Maurice Falconet, Louis Petitot, Philippe-Laurent Roland, Pierre-Nicolas Beauvallet, Edmé Bouchardon, Jean Antoine Houdon, Augustin Pajou, Jean-Jacques Pradier, Jean-Baptiste Pigalle e François Rude. Dentre os estrangeiros são figuras principais Gregor Erhart, Antonio Canova, Giambologna, Adriaen de Vries, Francesco Laurana, Andrea e Giovanni della Robbia, Lorenzo Bartolini e Michelangelo.

Expansão
Em 2004 o Louvre iniciou um programa de expansão extra-muros, a fim de aliviar o excesso de obras depositadas no complexo principal, abrindo então alguns museus-satélite. As cidades escolhidas foram Lens, para onde está prevista a instalação de cerca de 600 obras, e em 2007 foi selecionada Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, que deve inaugurar a sua sucursal do Louvre em 2012 em troca de 1300 milhões de dólares americanos, recebendo de 200 a 300 obras de arte do Louvre e de outros museus franceses em caráter rotativo.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Museu do Louvre - 2ª parte

Grand Louvre e as Pirâmides

O Palácio do Louvre é uma estrutura quase retangular, composto pela praça do Cour Carrée e duas alas que envolvem o Cour Napoléon a norte e ao sul. No coração do complexo, está a Pirâmide do Louvre, acima do centro dos visitantes. O museu é dividido em três alas: a Ala Sully a leste, que contém a Cour Carrée e as partes mais antigas do Louvre, a Ala Richelieu ao norte, e da Ala Denon, que faz fronteira com o Rio Sena para o sul.
Em 1983, o presidente francês François Mitterrand propôs um plano o Grand Louvre a fim de renovar o prédio e transferir o Ministério da Fazenda, permitindo que exibisse todo o edifício. O Arquiteto I. M. Pei foi premiado com o projeto e propôs uma pirâmide de vidro para o pátio central. A pirâmide e seu átrio subterrâneo, foi inaugurado em 15 de outubro de 1988. A segunda fase do plano do Grand Louvre, La Pyramide Inversée (A Pirâmide invertida), foi concluída em 1993. A partir de 2002, o atendimento dobrou desde a sua conclusão.

As coleções

O acervo do Museu do Louvre possui mais de 380 mil itens e mantém em exibição permanente mais de 35 mil obras de arte, distribuídas em oito departamentos. A seção de pintura é a segunda maior do mundo, logo atrás da do Museu Hermitage, com quase 12 mil peças, sendo que delas 6 mil estão em exposição permanente.

Antiguidades Egípcias

Com mais de 50 mil objetos, que atestam o profundo interesse francês na área da egiptologia no século XIX, abrange os períodos desde o Antigo Egito até a arte copta, incluindo os períodos helenístico, romano e bizantino, e seu conjunto oferece uma ampla visão da cultura e sociedade egípcias em todos os seus aspectos. Este departamento foi criado em 1826 por decreto de Carlos X, impressionado pela atuação do egiptólogo Jean-François Champollion. O acervo cresceu com as remessas de achados arqueológicos das expedições francesas ao Egito.
Instalado na Ala Denon e em salas do Cour Carré, a coleção inclui arte, papiros, múmias, amuletos, vestuário, joalheria, instrumentos musicais, jogos e armas. Dentre as peças mais interessantes estão o famoso Escriba sentado, uma faca de pedra e marfim de Gebel-el Arak com punho decorado com cenas de guerra e de caça, a Estela do Rei Serpente, a cabeça do rei Djedefre, a estátua de Amenemhatankh, o Portador de oferendas, o busto de Aquenáton, e a estátua da deusa Hator, além de sarcófagos ricamente pintados, frascos para cosméticos e objetos votivos.

Disputa com o Egito

O governo do Egito vem buscando reaver peças egípcias que estão no louvre sob alegação de que foram adquiridas ilicitamente, uma delas é a Pedra da Roseta que encontra-se no Museu Britânico (Londres).

Antiguidades do Oriente Médio

Este departamento se concentra na história e arte do Oriente Próximo desde as primeiras civilizações até antes da presença muçulmana na região, e seu desenvolvimento acompanhou o desenvolvimento da arqueologia oriental na França. As primeiras aquisições ocorreram por obra de Paul-Émile Botta, que em 1843 realizou uma expedição a Khorsabad, e seus achados deram origem ao Museu Assírio do Louvre. O conjunto foi ampliado com as peças encontradas por Claude Schaeffer em Ras-Shamra e por André Parrot em Mari, na Síria. A coleção é particularmente notável pelas peças da Suméria e da cidade de Acádia, como a Estela dos Abutres, as estátuas de Gudea e de Ebih-il, touros alados de Khorsabad, capitéis tauromorfos e painéis de azulejos esmaltados de Susa, e o Código de Hamurabi.

Arte grega, romana e etrusca

Sua coleção inclui peças de toda a região do Mediterrâneo desde o Neolítico até o Helenismo, passando pela Civilização Cicládica e a cultura cipriota. O conjunto começou a ser formado no tempo de Francisco I, e neste início se concentrava em esculturas. Mais tarde passou a receber vasos, cerâmicas, marfins, afrescos, mosaicos, vidros e bronzes de várias procedências. Pontos altos deste vasto departamento são a Dama de Auxerre, a Vitória de Samotrácia, a Vênus de Milo, os retratos de Agripa, Marcellus e Marco Aurélio, o Gladiador Borghese, o Apolo de Piombino, a Diana de Versalhes, o Hermes amarrando as sandálias, e o vaso Hércules e Anteu, de Eufrônio.

Clique no link abaixo e veja o nosso grandioso roteiro para a Europa:

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Fonte: http://pt.wikipedia.org/


quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Museu do Louvre - 1ª parte

O Museu do Louvre (Musée du Louvre), instalado no Palácio do Louvre, em Paris, é um dos maiores e mais famosos museus do mundo. Localiza-se no centro de Paris, entre o rio Sena e a Rue de Rivoli. O seu pátio central, ocupado agora pela pirâmide de vidro, encontra-se na linha central dos Champs-Élysées, e dá forma assim ao núcleo onde começa o Axe historique (Eixo histórico).
É onde se encontra a Mona Lisa, a Vitória de Samotrácia, a Vénus de Milo, enormes coleções de artefatos do Egito antigo, da civilização greco-romana, artes decorativas e aplicadas, e numerosas obras-primas dos grandes artistas da Europa como Ticiano, Rembrandt, Michelangelo, Goya e Rubens, numa das maiores mostras do mundo da arte e cultura humanas. O museu abrange, portanto, oito mil anos da cultura e da civilização tanto do Oriente quanto do Ocidente.
O Louvre é gerido pelo estado francês através da Réunion des Musées Nationaux. É o museu mais visitado do mundo, recebendo em 2011 8,8 milhões de visitantes e em 2012 9,7 milhões de pessoas.

O Edifício:
O primeiro real "Castelo do Louvre" neste local foi fundado por Filipe II em 1190, como uma fortaleza para defender Paris a oeste contra os ataques dos Vikings. No século seguinte, Carlos V transformou-o num palácio, mas Francisco I e Henrique II rasgaram-no para baixo para construir um palácio real; as fundações da torre original da fortaleza estão sob a Salle des Cariatides (Sala das Cariátides) agora. Mais tarde, reis como Luís XIII e Luís XIV também dariam contribuições notáveis para a feição do atual Palácio do Louvre, com a ampliação do Cour Carré e a criação da colunata de Perrault.
As transformações nunca cessaram na sua história, e a antiga fortaleza militar medieval acabaria por se tornar um colossal complexo de prédios, hoje devotados inteiramente à cultura. Dentre as mais recentes e significativas mudanças, desde o lançamento do projeto "Grand Louvre" pelo presidente François Mitterrand, estão a transferência para outros locais de órgãos do governo que ainda funcionavam na ala norte, abrindo grandes espaços novos para exposição, e a construção da controversa pirâmide de vidro desenhada pelo arquiteto chinês I. M. Pei no centro do pátio do palácio, por onde se faz agora o acesso principal. O museu reorganizado reabriu em 1989.

História:
O Palácio do Louvre foi a sede do governo monárquico francês desde a época dos Capetos medievais até o reinado de Luís XIV. A transformação do complexo de edifícios em museu iniciou em 1692, quando Luís XIV ordenou a criação de uma galeria de esculturas antigas na Sala das Cariátides. No mesmo ano, o palácio, então desabitado, tendo a corte se transferido para Versalhes, recebeu a Academia Francesa, e logo a Academia de Belas Artes e a Academia Real de Pintura e Escultura também ali se instalaram. No prédio também aconteceram, a partir de 1699, os tradicionais salões de arte promovidos pela Academia de Pintura e Escultura, que atraíam multidões. De início organizados na Grande Galeria, os salões de 1725 em diante passaram a acontecer do Salão Quadrado (Salon Carré), de onde derivou o nome destas exposições - Salão.
Por outro lado, entre 1750 e 1785 espaços no Palácio de Luxemburgo foram reservados para exibição de obras-primas selecionadas das coleções reais, numa exposição que teve grande sucesso. Em vista disso, o Marquês de Marigny, Superintendente Geral dos Edifícios do Rei, e seu sucessor, o Conde de Angivillier, desenvolveram a idéia de tornar o Louvre um museu permanente. O projeto se transformou em lei em 6 de maio de 1791, quando a Assembléia Revolucionária decretou que o palácio deveria ser um repositório de todos os monumentos das ciências e das artes.
Assim, foi o museu inaugurado como Museu Central das Artes em 10 de agosto de 1793, com um acervo formado principalmente por pinturas confiscadas à família real e aos aristocratas que haviam fugido da Revolução Francesa, exibidas na Grande Galeria e no Salão Quadrado. O público tinha acesso gratuito, mas apenas nos fins de semana, ficando os outros dias reservados para o trabalho dos artistas que desejavam ali estudar as obras dos grandes mestres, determinação que ficaria em vigor até 1855. Gradualmente a coleção foi expandida e ocupou muitas outras salas do complexo.
No período imperial o museu adotou o nome de Museu Napoleão, sendo Dominique-Vivant Denon seu primeiro diretor. Napoleão ordenou reformas e embelezamentos no edifício, e suas conquistas sobre outros países renderam uma grande quantidade de novas peças para o Louvre, embora com a queda do imperador em 1815 as nações espoliadas reclamassem seus tesouros, despovoando as galerias do museu.
Em 1824 foi criado o Museu da Escultura Moderna na Galeria d'Angoulême, com cinco salas para exibição de peças provenientes do Museu dos Monumentos Franceses e do Palácio de Versalhes. Em 1826 Champollion se tornou o diretor do novo Departamento de Antiguidades Egípcias. No ano seguinte foi criado o Museu Carlos X no primeiro pavimento da ala sul do Cour Carré, com uma coleção de antigüidades egípcias, bronzes antigos, vasos etruscos e artes decorativas medievais e renascentistas, ao mesmo tempo em que na ala norte se instalava o Museu da Marinha.
Por um breve período, entre 1838 e 1848, uma importante coleção mais de 400 pinturas espanholas foi mostrada na Galeria Espanhola, criada por Luís Filipe, até ser vendida em Londres poucos anos depois. Não obstante, a presença desta coleção na França, que pouco conhecia da arte espanhola, foi uma influência decisiva sobre artistas como Corot e Manet.
Com o desenvolvimento da arqueologia e novas escavações e aquisições no Oriente, uma quantidade de relíquias da antigüidade foi transportada para o museu, dando origem à fundação no Louvre do primeiro museu de Assiriologia da Europa, inaugurado em 1847. Este foi seguido em breve pela criação do Museu Mexicano, do Museu Etnográfico e do Museu da Argélia, atendendo ao gosto pelo exótico que se tornava uma voga na época, e ao crescente interesse dos estudiosos pelas artes tradicionais de outros povos, sendo instalados no Pavilhão de Beauvais. Também nesta época se acrescentaram três novas grandes galerias ricamente decoradas.
Sob Napoleão III foi aberto o Museu dos Soberanos na Colunata de Perrault, dedicado a exibir as relíquias da monarquia francesa desde Childerico I até Napoleão, constituindo um acréscimo importantíssimo ao Departamento de Artes Decorativas. Também foi terminada a ala norte, ligando o Louvre e o Palácio das Tulherias, incluindo outras alas menores internas e pátios, conformando o Cour Napoleon, finalizado em 1857, com decoração acabada em 1861. Outro acréscimo importante foi a aquisição da coleção do Marquês de Campana, com mais de 11 mil peças de pintura, artes decorativas, esculturas e antigüidades, formando o Museu Napoleão III. Durante a Comuna de Paris o Palácio das Tulherias, um grande símbolo da monarquia, foi incendiado, e o fogo chegou a ameaçar o Louvre.
Depois de longa hesitação entre a reconstrução do palácio perdido ou sua demolição, decidiu-se por esta, marcando o início do Louvre moderno. Foram reconstruídas as extremidades do antigo Palácio das Tulherias, hoje os Pavilhões de Flora e Marsan, e duplicou-se a ala norte. Escavações no Oriente trouxeram novas peças para o Departamento de Antigüidades do Oriente Próximo recentemente criado, sendo apresentadas ao público em 1888 em salas novas.
O início do século XX viu nascer o Museu de Artes Decorativas, criado em função das Exposições Universais de Paris. Na seqüência, uma grande doação da Baronesa Delort de Gléon, e mais a reunião de outras peças similares anteriormente dispersas nas seções de artes decorativas, levou em 1922 à abertura de uma galeria exclusivamente para Arte Islâmica no Pavilhão do Relógio, e logo o diretor dos Museus Nacionais, Henri Verne, lançou um plano ambicioso de expandir os espaços disponíveis para arte no palácio, que até então abrigava também diversos escritórios da administração pública. Assim foram reorganizadas várias galerias para escultura antiga, escultura européia, pinturas, arte egípcia e do Oriente Próximo, e artes decorativas.
Com a eclosão da II Guerra Mundial as coleções foram evacuadas, com exceção das peças mais pesadas, que permaneceram protegidas por sacos de areia. O acervo foi inicialmente depositado no Castelo de Chambord e a seguir foi disperso entre vários locais, permanecendo constantemente em mudança, por medidas de segurança. Mesmo esvaziado, o museu reabriu ao público em 1940 com uma coleção de cópias em gesso de estátuas célebres. Em 1943, com a coleção ampliada, o Museu da Marinha por transferido para o Palácio de Chaillot.
Depois da guerra se iniciou um plano para reorganização geral de todas as coleções estatais de arte. A coleção de arte asiática do Louvre foi designada para o Museu Guimet, e foi incorporado o pavilhão do Jeu de Paume como Museu do Impressionismo. Com a saída do Ministério das Finanças do Pavilhão de Flora em 1961, tornou-se livre um grande espaço adicional, possibilitando a melhor acomodação de seções de pintura, desenhos e do Departamento de Escultura, instalando-se também laboratórios de restauro e oficinas. Os espaços liberados foram inaugurados oficialmente em 1968 com uma exposição de arte gótica da Europa.
A década de 1970 foi marcada pela crescente necessidade de adequar os espaços de exposição aos novos conceitos museológicos e de se oferecer melhores instalações para os visitantes. Destarte, em 1981 o presidente François Mitterrand lançou o projeto do Grande Louvre, para devotar o palácio do Louvre em sua inteireza às artes. Como conseqüência, os escritórios do Ministério das Finanças que ainda permaneciam na Ala Richelieu foram deslocados para outros edifícios e finalmente o Louvre pôde dispor de todos os seus espaços. Foram iniciadas grandes renovações em todo o museu, cujo coroamento visível é a Grande Pirâmide que ora serve de entrada principal. A reestruturação do acervo, mais coleções do Museu Nacional de Arte Moderna, deram origem ao Museu d'Orsay.
Enquanto isso, as reformas continuavam no complexo principal em torno do Cour Carré, com a reforma da Ala Richelieu, a inauguração da Ala Sackler para antigüidades do Oriente Próximo e a abertura de grandes espaços novos para as antigüidades egípcias. Em 1996 foi anunciada a criação de um museu para a arte étnica, inaugurado em 2000 no Pavillon des Sessions com cerca de 100 peças representativas de suas culturas, e continua em curso a reacomodação de todo o Departamento de Arte Islâmica.


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quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

O Parque Floral de Paris




Criado nos anos 60, o parque floral de Vincennes possui mais de 35 hectares contendo mais de 3000 de  plantas diferentes, dentre elas 250 são variedades de tulipas: um verdadeiro presente aos olhos!

Antes de se tornar um parque floral, ele foi um antigo terreno de caça dos reis, depois virou um lugar de passeio no segundo império. Influenciado pelos jogos Olímpicos que aconteceram no Japão e popularizaram o estilo de jardim japonês, a arquitetura do parque se organiza seguindo diferentes temas.

Conheça o Roteiro completo para a Europa 2014.
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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Roteiro Religioso: Canonização dos Papas

Canonizações dos Papas
JOÃO PAULO II  e  JOÃO XXIII


Um acontecimento raro, emocionante e de júbilo para toda a humanidade.
Pacote de viagem na medida certa para o seu tempo e com acompanhante da agência, visitando: Milão,Verona,Veneza, Pádua, Florença, Assis, Roma e Vaticano. 
De 20 a 28 de abril de 2014

INCLUINDO:
- Passagens aéreas Brasil / Itália / Brasil;
  Traslados de chegada e saída nas cidades do roteiro
- Guia acompanhante e assistência;
-  Deslocamentos em ônibus de turismo;
- Hospedagem em hotéis categoria  4*, em quartos duplos ( para 02 pessoas )
- Café da manhã diário, tipo buffet e 02 refeições (bebidas não incluidas);
- Visitas com guias locais: Panorâmicas em Roma, Florença e Veneza;
- Visitas explicadas pelo guia acompanhante em  Assis, Pádua e Verona;
- Passeio em barco pelas ilhas da laguna veneziana;
- Travessia da laguna de Veneza em barco privado;
- Visita às Basílicas de São Francisco de Assis e Santo Antonio de Pádua;
- Seguro de Viagem;
- Taxas de estadia na Itália.

NOSSO ROTEIRO:
Dia 20/4 – Domingo:  P. alegre / Milão ( Itália )
Partida de Santa Cruz rumo ao aeroporto de POA para voos com destino a Milão. Noite a bordo.

Dia 21/4 - Milão
Chegada a Milão. Transfer ao hotel.Tempo livre. Pernoite.

Dia 22/4 - Milão, Verona e Veneza
Café  da manhã tipo buffet. Manhã livre na qual se poderá visitar a Galeria Vittorio Emanuele; o "Duomo" (a maior catedral gótica da Itália), o castelo Sforza,etc. Saída para Verona, a cidade de Romeu e Julieta. Também se poderá visitar a Piazza Bra,com sua gloriosa Arena Romana do séc. I. Tempo livre para visitar a casa de Julieta.Continuação da viagem até Veneza. Jantar e alojamento. Opcionalmente poderemos realizar uma visita a Veneza de Noite.

Dia 23/4 - Veneza
Estadia com meia pensão. Na parte da manhã, transporte até a praça São Marcos.Daremos um passeio de barco pela laguna e entre as belas ilhas venezianas, desfrutando das magníficas paisagens de Veneza, cidade única no mundo, e das ilhas de Murano e Lido. Começaremos nossa visita panorâmica (incluída) pela magnífica Praça São Marcos, onde se reúnem a arte grega, medieval, bizantina e veneziana. Visita a uma fábrica de cristal de Murano. Resto do tempo livre. Se desejar, participe de um passeio de gôndola pelos típicos canais venezianos. Retorno ao hotel embarco privativo e de ônibus.

Dia 24/4 - Veneza, Pádua e Florença
Estadia com alojamento e café da manhã. Saída para Pádua, cidade universitária, onde se destaca sua magnífica Praça Prato Della Vale e a Basílica de Santo António. Continuação para Florença, onde faremos a visita panorâmica pela cidade. Seguindo os passos de Leonardo da Vinci e Michelangelo, passaremos a conhecer os aspetos mais importantes do Renascimento.Na Catedral de Santa Maria del Fiore,contemplaremos sua magnífica cúpula do arquiteto Brunelleschi. Visitaremos também a Praça da Signoria, o Palácio do Governo dos Médici, o Campanile de Giotto, etc. Tempo livre para visitar a Academia por conta própria,onde poderemos  contemplar o famoso "David", de Michelangelo e outras obras-primas da arte italiana. Jantar e alojamento.

 Dia 25/4  Florença, Assis e Roma
 Estadia com alojamento e café da manhã .Saída para Assis. Visitaremos a basílica de São Francisco, o mais belo de todos seus templos, com afrescos de Cimabue e Giotto e os pintores da escola florentina. Continuação da viagem até Roma. Apresentamos a capital do Tibre com uma visita panorâmica de ônibus ao coração da antiga Roma, conhecendoa ilha Tiberina, o bairro do Trastevere,as colinas do Aventino e a colina do Palatino.Da mesma forma, poderemos admirar o imponente Coliseu, o Circo Máximo, o Arco de Constantino,de 315 d.C., a Praça Veneza e o Campidoglio. Também desfrutaremos da vista ao foro romano, que foi o centro político, religioso e comercial da antiga Roma. Jantar e alojamento. À noite faremos a visita opcional - Roma à Noite, percorrendo as principais praças da cidade, visitando a famosa Fontana di Trevi, o Panteão, a espetacular Praça Navona,com suas típicas barraquinhas, retratistas,etc.

 Dia 26/4 – Roma / Vaticano
Estadia com alojamento e café da manhã. Hoje poderemos fazer uma interessante visita opcional aos Museus do Vaticano, Capela Sistina e interior da basílica de São Pedro.Começaremos visitando os Museus Vaticano e, ao final, entraremos na Capela Sistina, com todos seus afrescos restaurados. Seguiremos para a basílica de São Pedro, construída no lugar do martírio do santo e reconstruída depois;e da qual se destaca sua imponente cúpula,obra-prima de Michelangelo. Em seu interior há preciosos tesouros, entre eles a"Pietá", de Michelangelo; o "Baldaquino", de Bernini, situado acima do túmulo de São Pedro,em bronze dourado, e os monumentos funerários dos papas, realizados através dos séculos pelos artistas mais ilustres. Terminaremos na magnífica Praça de São Pedro e sua Colunata, uma das maiores do mundo,de Bernini. Resto do dia livre. À tarde ainda teremos tempo para visitar, opcionalmente, as basílicas Maiores e as catacumbas.

 Dia 27/4 – Roma / Vaticano ( canonizações )
Café da manhã. Dia de grande alegria e bênçãos: ida ao Vaticano para assistirmos às canonizações de João Paulo II e João XXIII. Pernoite.

Dia 28/4- Roma / Brasil
Café da manhã. Em horário adequado, transporte ao aeroporto de Roma para vôo de retorno ao Brasil.

Dia 29/4 – Chegada em P. Alegre
Chegada em Porto Alegre.  Fim da viagem e dos serviços turísticos.

Valor por pessoa, em acomodação dupla:
Usd 3.376,00 +  taxas aeroportuárias R$ 542,00
Parcelamento:
30% de entrada e saldo em até 6x sem juros. Consulte condições.
Obs: Valor para fechamento até 30/12. Após, valor sujeito à alteração conforme disponibilidades.

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Ana Beatriz Neves

Agente de Viagens e Guia de Turismo/EMBRATUR
Bonzão Turismo - Jaguarão/RS
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